Depois de ajudar o Mogi Mirim de seu amigo Rivaldo, o jogador sonha com a sua volta ao Santos, mas nada está decidido.
Dez dias depois de marcar um gol e dar duas assistências para ajudar o Mogi Mirim a se safar do rebaixamento no Campeonato Paulista, o meia Giovanni ainda não sabe se a vitória por 5 a 2 sobre o Noroeste foi a última partida de sua carreira. Depois de voltar ao futebol para ajudar o Sapão, o jogador admite a aposentadoria, mas ainda depende de propostas.
Dez dias depois de marcar um gol e dar duas assistências para ajudar o Mogi Mirim a se safar do rebaixamento no Campeonato Paulista, o meia Giovanni ainda não sabe se a vitória por 5 a 2 sobre o Noroeste foi a última partida de sua carreira. Depois de voltar ao futebol para ajudar o Sapão, o jogador admite a aposentadoria, mas ainda depende de propostas.
"O tempo agora é de pensar, de parar um pouco, relaxar e descansar. Mas é o que eu sempre disse para as pessoas: se aparecer um clube que me agrade, tenha uma boa estrutura e que a cidade também seja boa para minha esposa e para os meus filhos, eu vou pensar com carinho. Senão, vou encerrar aqui mesmo", disse o jogador.
A outra experiência que merece ser lembrada, de acordo com Giovanni, foi o reencontro com o Santos, na derrota do Sapão por 3 a 0, no Pacaembu."Sempre é especial. Quando você faz parte da história de um clube e você tem o reconhecimento pelos torcedores é gratificante. Eles me respeitam não só como jogador, mas como pessoa também, e isso aí não tem preço. Foi uma experiência muito boa e a realização de um sonho, que eu sempre tive vontade de participar de mais um Paulista", contou.




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