Técnico Mancini já indicou os nomes para reforçar o grupo
O Santos planeja uma reformulação no elenco sem grandes gastos. A diretoria intensifica a negociação com atletas promissores, procura parcerias para fechar acordos e busca utilizar jogadores afastados como moeda de troca.
O Santos planeja uma reformulação no elenco sem grandes gastos. A diretoria intensifica a negociação com atletas promissores, procura parcerias para fechar acordos e busca utilizar jogadores afastados como moeda de troca.
Investimento em reforços foi feito em demasia no início da temporada, quando 11 jogadores foram contratados. O problema é que nenhum deles veio sob a recomendação do técnico Vagner Mancini. Por diversas vezes, o treinador já demonstrou insatisfação com a montagem do elenco e já trabalha há algum tempo para modificar o grupo.
O atacante Felipe Azevedo, de 22 anos, do Paulista, deve ser o primeiro reforço da Era Mancini. O clube de Jundiaí já topou seu empréstimo até o fim do ano. Ainda para o ataque, a vinda de Neto Baiano, de 26 anos, do Vitória, está próxima de um desfecho positivo.
Mancini fez outros pedidos. O mais urgente é um lateral-direito. Luizinho é único atleta de ofício para o setor. O problema é encontrar nomes disponíveis no mercado. A alternativa é apostar em Maranhão, de 20 anos, do Guarani. Negociação que está em andamento.
Outros jovens estão na mira. Casos do zagueiro Dedé, de 20 anos, do Volta Redonda e do volante Tinga, da Ponte Preta, que tem 19.
A procura por reforços de peso existe, mas a condição para que eles sejam contratados é a troca com medalhões afastados. Assim, os meias Molina e Lucio Flavio devem ser os primeiros emprestados.
Vagner Mancini pede, no mínimo, seis contratações para o Brasileirão. O único já confirmado pela diretoria é o volante Rodrigo Mancha, do Coritiba, que chega em julho, após o encerramento do contrato no Paraná.
O Santos está no mercado em busca de consolidar os pedidos do técnico. Ele quer reformular o elenco vice-campeão paulista, mas a diretoria sofre sem dinheiro em caixa. Então, por enquanto, o discurso dos dirigentes é o de manter a base.




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